ONDE ESTÁ O SEU PODER?

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Eu estou exatamente onde os MEUS PÉS me trouxeram. Eu sou 100% responsável por quem eu sou e por tudo o que acontece comigo.

Tomar consciência disso foi uma das experiências mais libertadora que vivi. Quando deixei de culpar qualquer fator externo pelas adversidades e aprendi a assumir as conseqüências das minhas ações, palavras, pensamentos e até sentimentos, percebi que eu poderia transformar minha vida. E foi o que aconteceu.

Enquanto a culpa pelos nossos fracassos, pelo que nos causa decepção, dor, incômodo ou medo for do outro, do país em que vivemos, da família em que crescemos, dos professores ruins, da crise financeira, do chefe, ou de qualquer coisa que não NÓS MESMOS, não haverá estímulo para mudança. Se eu não sou responsável pela situação que vivo, não tenho como mudá-la. E espero que algo aconteça fora de mim para que eu fique bem, me vejo como uma pobre vítima das circunstâncias.

E quando agimos como vítimas, abrimos mão do poder de realizar, do poder de transformar. É muito comum entregarmos este poder para outras pessoas ou criarmos infinitas condições para exercê-lo: vou me cuidar “quando” tiver tempo, “quando” for feliz, serei feliz “se” me casar, “se” tiver um diploma, “se” tiver um corpo perfeito, “se” estiver no emprego dos sonhos.

Nesse círculo vicioso dificilmente seremos felizes. Ou decidimos parar, olhar pra dentro, viver o aqui e o agora, começar de onde estamos ou viveremos frustrados e na expectativa de dias melhores.

Quando saímos da energia de vítima para entrar na energia da autorresponsabilidade, retomamos o nosso poder, olhamos a vida por outra perspectiva, nos sentimos capazes de transformar a nós mesmos e o mundo ao nosso redor. É um desfio que vale a pena!

E você, quais condições impõe para a sua felicidade? Onde está colocando o seu poder?

Com amor,

Marilia Lopes

 

UM SOM DIFERENTE POR DIA

Gratidão. Este será um tema muito recorrente por aqui, pode ter certeza.

Em fevereiro deste ano, fraturei meu ombro direito. Um tombo besta, um escorregão durante o banho e já era. Três semanas de tipóia. Sai corrida, musculação, pilates, bike e entra filmes, livros, música, muuuuuuuita chuva e um caminhar diário dentro de casa.

Foi muito ruim? Foi nada! Uma pausa necessária, oportunidade de fazer o que geralmente não faço, tempo de me dedicar a um monte de coisas que gosto e que deixo de lado no corre-corre do dia-a-dia. Só pra vocês saberem, a idéia deste blog nasceu durante aquele período. Viu como essa fratura rendeu?

Logo de cara me impus um desafio: 21 dias de tipóia? Um som diferente por dia, 21 cantores/bandas que nunca tive a curiosidade de ouvir e meus horizontes musicais ampliados. Uhuuul!!!

(Quando digo que nunca ouvi quero dizer que nunca parei pra ouvir. Já havia escutado uma música ou outra de alguns dos cantores que participaram da minha play list, mas durante o meu desafio, ouvi  com o coração)

No final, não consegui completar os 21, mas ouvi 18 cantores/bandas diferentes indicados pelos meus filhos, irmãos e amigos.

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Imagem Google

Vamos à lista do que rolou por aqui naqueles dias de repouso:

1. Frank Sinatra
2. Carla Bruni
3. Edith Piaf
4. Nina Simone
5. Ella Fitzgerald
6. Belle e Sebastian
7. Clarice Falcão
8. Tiago Iorc
9. Lynyrd Skynyrd
10. Julieta Venegas
11. Lana Del Rey
12. Liniker
13. Banda do Mar
14. Criolo
15. Danni Carlos
16. Amy Winehouse
17. Mallu Magalhães
18. Tiê

Gostei muito de todos, mas me apaixonei pela melodia da Carla Bruni. Desde então gosto de ler e escrever ouvindo suas músicas. Elas me acalmam e me ajudam a concentrar.

Ao Universo, minha gratidão pela queda, gratidão pelo repouso forçado e por tudo que veio com ele, gratidão por cada música que ouvi pela primeira vez e pelas sensações diversas que elas me trouxeram.

E você, quando foi a última vez que fez alguma coisa pela primeira vez? Compartilhe com a gente nos comentários.

Com amor,

Marilia Lopes

 

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